Pesquisadores, alunos de engenharia na área de mecânica e desenvolvimento humano e social sobre a supervisão geral do Professor Doutor Paulo Alexandre Cordeiro de Vasconcelos USP, buscando mostrar ao mundo o quão ela necessita de engenharia social e de engenheiros humanos em prol do bem de todos!!!
O que você faria para mudar o mundo?
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Subjetividade: A construção de um “si”
O simples fato de sermos humanos, nos leva a uma natureza de transformações contínuas. Somos seres inacabados, de infinitas transformações que se dão ao longo de nossa existência. Estas transformações variam de indivíduo para indivíduo, e é isso que nos diferencia. Desta forma nunca seremos indivíduos iguais por que nos diferenciamos em nossas transformações e adaptações de acordo com o andamento de nossas vidas.
Assim, somos seres subjetivos ou seja, indivíduos únicos, (individuais, pessoais, particulares). Somos um eu um eu no significado mais individual da palavra, mas não um eu cartesiano, (um eu pronto, um eu que produz uma verdade a cerca das coisas, um eu que reduz toda essa potencialidade humana num essencialismo, numa única verdade).
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Postado por: Bismarck Oliveira e Wagner irineu
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Você conhece a si mesmo? Sabe o que realmente é capaz? Suas loucuras? Medos? Ambições? Seu jeito de ser? Acho que é isso realmente o que a subjetividade nos indica.
ResponderExcluirA subjetividade nada mais é do que o modo de ser, pensar, agir e sonhar, ou seja, são particularidades nossas que a psicologia social vai estudar em relação ao desenvolvimento humano e social, lembrando que ao se falar em subjetividade deve-se levar em conta sua "pele" interna e externa, que dependem de variáveis mutáveis que geramos ao viver durante o dia a dia, e que geram atrações e repulsas a diversas coisas, ou seja, geram incômodos que só são superados através de adaptação cotidianas, que se dão desde ao um convivio com uma pessoa indesejada, ao suportar algo que te irrita muito, e que quando você suportar sem agir, sem tentar mudar, gera um próprio conformismo, que geram novas peles, e novas dobras de pensamento e de modo de ser, sendo assim uma grande geração de perfis dinâmicos e de loucos e ao mesmo tempo sãos ao longo da vida de todos!